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DESCUBRA QUAIS SÃO EFEITOS FISIOLÓGICOS PROPORCIONADOS PELA MELATONINA

 

O ritmo circadiano é a maneira pela qual nosso organismo se adapta à duração do período claro (dia) e do período escuro (noite), de forma a sincronizar as funções fisiológicas e metabólicas pelo período de um dia (aproximadamente 24 horas). Dentre os eventos coordenados pelo ritmo circadiano estão o ciclo sono-vigília, o funcionamento dos sistemas imunológico, neuroendócrino e cardiovascular (pressão arterial), regulação dos estados de humor, balanço energético e controle das atividades sexuais e de reprodução.1,3
A melatonina é um hormôni
o produzido pela glândula pineal, sintetizada a partir do aminoácido triptofano durante a noite e sob baixas condições de luminosidade, regulada pelo núcleo paraventricular (NPV) do hipotálamo através de estímulos noradrenérgicos. É responsável por sinalizar o início da noite e sua duração e desencadear uma cascata de efeitos fisiológicos para preparar o organismo para o repouso.1

 

Representação esquemática da produção de melatonina. A ausência de luz resulta na sinalização da retina às demais estruturas cerebrais para que a glândula pineal produza e secrete a melatonina, auxiliando na indução do sono.

 

Níveis fisiológicos de melatonina no período de 24 horas. A diminuição da exposição à luz à noite resulta em um aumento da produção de melatonina pela glândula pineal, com picos mais elevados no meio da noite em relação aos níveis normais durante o dia.

 

Alterações crônicas do ritmo circadiano podem afetar seriamente a saúde, de forma que a redução dos níveis de melatonina pode estar relacionada ao desenvolvimento de doenças e condições crônicas, como câncer, doenças cardiovasculares e reprodutivas, problemas gastrointestinais e digestivos, diabetes, obesidade e depressão, além de alterações na qualidade do sono. 3,6

Fisiologicamente, a produção de melatonina reduz com o avanço da idade, e a síntese e secreção deste hormônio também podem estar diminuídas em decorrência de algumas condições patológicas ou ainda por fatores externos como iluminação noturna, uso de equipamentos eletrônicos e mudanças de fuso-horário. 2

A literatura demonstrou, por exemplo, que a presença de luz noturna em trabalhadores deste turno reduz a produção endógena de melatonina e altera sua cinética, com conseqüências para o organismo, incluindo maior risco e ocorrência de câncer de mama em enfermeiras que trabalhavam em turnos noturnos por um longo período de tempo. 4

Além disso, exposição à luz azul de baixa intensidade diretamente antes de dormir através de dispositivos eletrônicos, como smartphones, tablets e computadores, pode ter sérias implicações na qualidade e duração do sono. A leitura de um e-book através de um dispositivo eletrônico emissor de luz azul no momento de dormir, em comparação a um livro impresso, aumentou o tempo de latência para o sono em adultos em pelo menos 10 minutos e alterou o perfil de produção e secreção de melatonina com até 1,5 h de atraso, resultando em perturbações no ritmo circadiano. 5,6

Embora o efeito mais conhecido da melatonina esteja associado à indução do sono, a presença de receptores para esta molécula em diversos órgãos, como os do trato gastrointestinal (TGI), vasos sanguíneos, rins, placenta e até mesmo a pele - que podem também sintetizar o hormônio localmente - sugere que suas ações podem ser estendidas à regulação dos mais diversos processos biológicos internos.  Mais recentemente ainda, tem sido demonstrado que a melatonina pode exercer efeitos moduladores sobre a resposta imune por meio de suas ações antioxidantes, anti-inflamatórias e anti-apoptóticas.7

 

 

Atualmente, a suplementação de melatonina exógena é possível através da dispensação pelas farmácias magistrais, mediante prescrição médica. A farmácia magistral permite que sejam feitas formulações individualizadas, de forma a atender as necessidades especificas de cada paciente, incluindo doses e formas farmacêuticas diferenciadas, como tabletes sublinguais e soluções orais líquidas.

 

 

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Quer saber mais sobre a melatonina?
Assista abaixo ao vídeo do Dr. Gabriel Azzini:
 
 

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