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Cinnamon Bark (Cinnamomum verum; 40% polifenóis)

Descrição

A canela ocupa um lugar especial no mundo das especiarias e seu nome científico Cinnamomum na língua indonésia (kayu manis) significa “madeira doce”. Conhecida desde 2.500 anos a.C. pelos chineses, possuía mais valor do que o ouro, visto que além do sabor e odor característicos, apresenta diversas propriedades terapêuticas, incluindo ação antioxidante, anti-inflamatória, hipolipemiante, antimicrobiana, hipotensora e hipoglicemiante. Suas folhas, casca e frutas apresentam compostos resinosos como cinamato, ácido cinâmico e cinamaldeído, sendo este último o responsável por seu sabor picante e fragrância, além de óleos essenciais como trans-cinamaldeído, acetato de cinamil e eugenol. A canela é capaz de melhorar a sensibilidade à insulina e aumentar o glicogênio hepático por meio da regulação da sinalização da insulina e da síntese de glicogênio, autofosforilação do receptor de insulina, aumento da síntese e translocação do receptor GLUT-4, entre outros. No tecido adiposo, a canela tem demonstrado regular a expressão de GLUT1 e GLUT4, além do glicogênio sintase 1 e glicogênio sintase quinase 3β, de forma a estimular a captação de glicose e reduzir da liberação de ácidos graxos e síntese de triglicerídeos. Além disso, a canela tem sido relacionada ao aumento da termogênese, uma vez que o cinamaldeído – um dos compostos bioativos da canela - demonstrou atuar como agonista de receptores TRPA1 (receptor de potencial transitório anquirina 1). Pertencente à família dos receptores TRP, o TRPA1, assim como o TRPM8, é susceptível a temperaturas mais baixas, em torno de 20ºC, diferente dos TRPV1, que são ativados em temperaturas superiores a 43ºC.

Especificações Técnicas

CAS: N/A

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