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O QUE SÃO RADICAIS LIVRES E COMO O ESTRESSE OXIDATIVO AFETA NOSSO ORGANISMO?

Publicado em 06 de julho de 2020.

 

Você sabe o que está acontecendo no seu corpo nesse exato momento? Sua primeira resposta poderia ser que você está com fome ou então que você está cansado. Mas se fossemos capazes de olhar dentro de qualquer célula do nosso organismo, descobriríamos que inúmeras reações químicas complexas e interligadas estão acontecendo. Coletivamente, essas reações são chamadas de metabolismo celular e tem por objetivo principal produzir energia para o funcionamento adequado do organismo. 1


Para ter se ideia da complexidade do metabolismo celular, podemos observar o diagrama abaixo, que representa as principais vias metabólicas de uma única célula do corpo humano2:

 

 Representação esquemática das vias metabólicas celulares.

 

Os subprodutos naturalmente gerados por essas inúmeras reações celulares são denominados radicais livres - moléculas ou espécies químicas capazes de existir independentemente e que contenham um ou mais elétrons livres ou desemparelhados.3

 

EROS (Espécies Reativas de Oxigênio) e ERNS (Espécies Reativas de Nitrogênio) são os principais termos utilizados para indicar as espécies derivadas de oxigênio e nitrogênio  respectivamente, incluindo radicais livres e compostos não radicalares que são agentes oxidantes ou facilmente convertidos em radicais livres. 1,3,4

 

Os radicais livres também são gerados por fatores exógenos, incluindo exposição a poluentes ambientais, uso de medicamentos, radiação UV e IV e consumo excessivo de alimentos ultraprocessados, dentre outros.

 

Quando em concentrações baixas a moderadas, os radicais livres apresentam importante papel fisiológico em diferentes vias de sinalização celular, síntese de estruturas celulares e elaboração da resposta imune frente à patógenos. 4

 

Sob condições de homeostase, as espécies de radicais livres podem ser removidas ou neutralizadas por mecanismos de defesa antioxidantes endógenos, incluindo as enzimas superóxido dismutase (SOD), catalase (CAT) e glutationa peroxidase (GPx).

 

No entanto, quando há um desequilíbrio entre a formação e a remoção dos radicais livres no organismo, decorrentes da diminuição dos antioxidantes endógenos e/ou do aumento da geração de EROS e/ou ERNS, temos o chamado estresse oxidativo que pode causar danos nas membranas celulares devido à peroxidação lipídica, mudanças na estrutura e função de proteínas decorrentes da sua oxidação ou ainda danos na estrutura do DNA e RNA.  O estresse nitrosativo, por sua vez, é um processo que ocorre em paralelo ao estresse oxidativo, quando há um desequilíbrio entre a produção de ERNS e o consumo desses radicais. 5

 

Principais formas de espécies reativas de oxigênio e nitrogênio, fatores que levam a produção de radicais livres e potenciais alvos celulares para danos por estresse oxidativo.

 

Um crescente número de evidências tem demonstrado que o estresse oxidativo está envolvido na progressão do envelhecimento e em diferentes processos patológicos, incluindo diabetes, obesidade, câncer, neurodegeneração, síndrome metabólica, doenças cardiovasculares e hepáticas, entre outras. 6–9

 

Embora nosso organismo apresente mecanismos de defesa antioxidante contra os danos ocasionados pelo estresse oxidativo, nem sempre estes são adequados ou suficientes para atenuar o excesso de radicais livres. 


Antioxidantes são moléculas capazes de neutralizar o excesso de radicais livres e prevenir ou retardar a oxidação das macromoléculas, por meio de diferentes mecanismos. Podem ser obtidos através de uma dieta equilibrada, incluindo frutas e vegetais ou então, através da suplementação com substâncias antioxidantes, desempenhando assim um importante papel na prevenção e tratamento de diversas doenças.10

 

Alimentos ricos em antioxidantes.

 

 

Active Pro SOD é a enzima superóxido dismutase (SOD) obtida através de um processo biotecnológico de fermentação na presença da bactéria Bacillus amyloliquefaciens. Apresenta maior estabilidade devido à sua incorporação em um material de revestimento entérico, que resulta em uma maior biodisponibilidade quando administrada por via oral. A suplementação com Active Pro SOD tem se mostrado uma estratégia antioxidante interessante para prevenção e tratamento destas condições clínicas, demonstrando eficácia superior aos antioxidantes secundários que são ingeridos através da dieta e rapidamente saturáveis.

 

 

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