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Como a chegada da primavera pode interferir na nossa saúde?

Publicado em 28 de outubro de 2020.

Os dias mais longos e iluminados, as temperaturas amenas e o colorido das flores fazem da primavera uma das épocas mais alegres e esperadas do ano. Mas você sabia que além de promover uma melhora no humor e aumentar a sensação de bem-estar, a primavera também está associada a diversos efeitos benéficos à saúde humana?

A Terra passa por diferentes fases (ou estações) ao longo do ano, visto que sua posição, eixo rotacional e o movimento de translação ao redor do Sol influenciam a quantidade de luz solar que incide sobre o planeta, modificando o clima, a temperatura e outros fenômenos da natureza.

Embora atualmente estejamos acostumados à divisão do ano em 4 estações bem definidas, o sistema de divisão em estações baseadas nas mudanças climáticas características destes períodos teve início somente no século XVII. Antes disso, o ano era dividido em apenas duas estações: veris (tempo bom) e hiems ou hibernus tempus (mau tempo, tempo de hibernar, a estação da chuva e do frio), palavras derivadas do latim e que originaram os termos verão e inverno, respectivamente. Logo depois, foi introduzido o termo primo vere (primeiro verão, ou primavera) para denominar o período de bom tempo no qual os hemisférios norte e sul recebem a mesma quantidade de luz solar, e o dia e a noite têm a mesma duração de 12 horas cada. Com o passar das semanas e a proximidade do verão, os dias se tornam gradativamente mais longos, as noites mais curtas e as temperaturas mais altas.1

As estações do ano são definidas com base no movimento de translação da Terra e na incidência de luz solar sobre o planeta.

Mas afinal, como essas pequenas variações do clima podem influenciar a nossa saúde?

A incidência da luz solar exerce um impacto significativo sobre a saúde humana, uma vez que influencia diretamente a síntese de vitaminas, hormônios e alguns neurotransmissores no organismo. Por exemplo, os raios ultravioletas (UV) provenientes do sol são necessários para promover a síntese da vitamina D (colecalciferol) na pele, permitindo que a mesma seja posteriormente convertida à sua forma biologicamente ativa (calcitriol) nos rins. A vitamina D, por sua vez, desempenha diferentes papeis no organismo, dos quais destaca-se a produção da testosterona – hormônio responsável pelas características sexuais masculinas e relacionado com o aumento da disposição física e do desempenho muscular. Junto a isso, a vitamina D também participa da síntese de alguns neurotransmissores envolvidos na melhora do humor e da sensação de felicidade, incluindo serotonina, endorfinas e ocitocinas.2–5

A luz solar e a síntese de vitamina D.

Além destes fatores, a mudança do peso corporal é outro importante aspecto que está associado entre a transição do inverno e a primavera.

Durante o inverno é comum que as pessoas aumentem a ingestão de alimentos (em especial de alimentos calóricos) em decorrência de dois fatores: o organismo necessita de mais energia para manter a temperatura corporal adequada e há uma redução da produção de serotonina, neurotransmissor relacionado com a saciedade. Com o início da primavera e o aumento da incidência solar e da temperatura, esse ganho de peso corporal é revertido naturalmente até o fim do verão. No entanto, esse é um processo lento e gradativo que necessita de bons hábitos alimentarias e da pratica de exercício físico para que o corpo retorne à forma inicial.

Por outro lado, o desejo de emagrecer e a busca pela aparência perfeita para o verão faz com que muitos iniciem a primavera querendo reverter esse processo de forma rápida e agressiva, o que pode resultar em diferentes doenças metabólicas como obesidade e diabetes junto a um desequilíbrio na produção hormonal.7

Essa busca incessante pelo padrão de beleza, impulsiona a adesão do famoso “projeto-verão”, normalmente caracterizado pela implementação de dietas “malucas”, excesso de exercícios físicos e o uso de medicamentos sem prescrição adequada, que embora possam inicialmente parecer estratégias milagrosas para auxiliar na rápida perda de peso, são na verdade comportamentos que geram sérios riscos à saúde.6

O aumento do peso corporal está associadoà necessidade do organismo de acumular energia em períodos de frio. Já a chegada da primavera, resulta no aumento da temperatura, da disposição e do metabolismo energético, bem como a preocupação em perder as calorias acumuladas no inverno.

Para atingir o “corpo perfeito”, muitos realizam dietas restritivas, como a baixa ingestão de carboidratos, gorduras e até alguns tipos de proteínas. Apesar de serem populares, essas restrições apresentam um risco potencial à saúde, uma vez que ao retirar um grupo nutricional do cardápio (como os carboidratos, por exemplo), passamos a negligenciar também diversas vitaminas e minerais que estavam presentes nesses alimentos.

Apesar de ser apontado como um “vilão alimentar”, o carboidrato é um exemplo de nutriente presente em inúmeros alimentos, e que, possui um papel fundamental no processo de produção de energia, recuperação muscular e no funcionamento do sistema nervoso central. Neste contexto, alguns estudos apontam que o corte ou restrição drástica de carboidratos, podem resultar no “efeito sanfona”, onde o corpo ganha peso rapidamente após o término da dieta. Isso ocorre devido ao rápido acúmulo do carboidrato na forma de célula de gordura (estoque de energia) uma vez que o organismo passou um longo período sem acesso a esse nutriente, processo semelhante ao que ocorre em animais que hibernam durante o inverno.8,9

Uma dieta restritiva interfere na obtenção de diferentes vitaminas e minerais essenciais para o bom funcionamento do organismo.

Assim, investir em um estilo de vida saudável (e mantê-lo durante todo o ano), além de auxiliar na manutenção do peso corporal, reduz em até 80% o risco de desenvolvimento de diversas doenças crônicas, incluindo obesidade, hipertensão arterial, diabetes e até o câncer. Desta forma, incluir na dieta as diferentes frutas, legumes e verduras características da primavera, como kiwi e abacaxi, legumes de cores alaranjadas com alta atividade antioxidante, bem como verduras rica em fibras, vitaminas e minerais, é uma boa alternativa para incrementar a dieta e auxiliar na perda de peso saudável.

Afinal, nós somos o que “fazemos”, sejam estes hábitos saudáveis ou não. Dessa maneira, exercitar-se regularmente, alimentar-se com uma dieta saudável (rica em nutrientes e minerais), não fumar, manter uma rotina calma e minimizar o estresse contribuem tanto para a melhora do bem-estar e aparência física quanto para a saúde do organismo.

 

Os minerais são compostos inorgânicos amplamente distribuídos na natureza. No organismo humano, atuam como micronutrientes essenciais e estão envolvidos em uma série de funções fisiológicas necessárias para a manutenção da saúde. Dentre estas, a participação como cofatores em reações enzimáticas importantes para a sinalização celular, síntese de ácidos nucleicos e hormônios, defesas antioxidantes, regulação das respostas imunes, metabolismo energético e contração muscular, além do desenvolvimento e fortalecimentos de ossos, dentes e outros tecidos.

Apesar das necessidades nutricionais diárias distintas, tanto os macros quanto os microelementos são importantes para o funcionamento do organismo e devem ser obtidos através de alimentação ou da suplementação, uma vez que não são sintetizados endogenamente. Os minerais podem ser encontrados em diversos alimentos de origem animal ou vegetal, assim como podem ser sintetizados e adicionados aos alimentos industrializados. Entretanto, as técnicas utilizadas na agricultura moderna e no processamento de alimentos podem acarretar na perda de até 90% do conteúdo de minerais, comprometendo a qualidade nutricional dos alimentos.

Com isso, a ingestão inadequada de minerais, bem como o prejuízo na absorção, aumento das necessidades endógenas, estados patológicos ou uso de medicamentos podem contribuir para o desenvolvimento de diversas doenças. Assim, a suplementação de minerais é uma intervenção importante para a obtenção de quantidades satisfatórias destes compostos, necessários para a manutenção das funções fisiológicas e saúde do organismo.

No entanto, as propriedades físico-químicas dos minerais em sua forma inorgânica ou elementar (sobretudo solubilidade, grau de ionização e eletropositividade) contribuem para sua baixa absorção, biodisponibilidade e tolerabilidade quando são administrados pela via oral na forma de sais como sulfetos, carbonatos e óxidos. Estas limitações estão relacionadas principalmente à dissociação dos sais minerais em partículas eletricamente carregadas (íons) no pH ácido no estômago. Estas partículas possuem baixa difusão passiva através das membranas lipídicas da mucosa gastrointestinal, limitando a sua absorção. Além de demandar a suplementação com doses elevadas dos minerais, estes micronutrientes podem se acumular ao longo do trato gastrointestinal, resultando em um efeito irritativo sobre as mucosas e na manifestação de transtornos funcionais do intestino, incluindo diarréia ou constipação.

Desta forma, a Active Pharmaceutia dispõe de diferentes minerais quelados, em especial os bisglicinatos (minerais ligados a duas moléculas de glicina) que apresentam diversas vantagens em relação aos minerais inorgânicos ou sais minerais, pois suas características físico-químicas contribuem para melhor absorção, biodisponibilidade e tolerabilidade quando administrados por via oral. Com isso, a suplementação de minerais quelados não requer a utilização de doses elevadas para garantir que estes micronutrientes sejam disponibilizados em quantidade adequada ao organismo, assim como está associada à menor incidência de reações adversas.

Zinco BisglicinatoSelênio Bisglicinato, Cobre Bisglicinato, Ferro Bisglicinato, Manganês Bisglicinato


As informações fornecidas neste blog destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para a orientação de um profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. As informações aqui apresentadas não têm o objetivo de diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença.

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